
Na tarde desta terça-feira, 6, a presidente do Sindicato dos Enfermeiros de Sergipe, Flávia Brasileiro, afirmou que irá encaminhar documentação ao Ministério Público pedindo a interdição do Samu Municipal. De acordo com Flávia a Unidade de Urgência e Emergência não oferece condições para atender a população e nem para os profissionais que trabalham diariamente no serviço.
Flávia Brasileiro conta que além da falta de combustível e de manutenção nas viaturas, os equipamentos usados estão precários. “A situação é bastante preocupante porque equipamentos como desfibrilador e aspirador portátil estão sem bateria, isso significa que só funcionam na tomada e quando a gente atende um paciente na rua tem que remover ele até uma tomada próxima”, conta.
Segundo a presidente do sindicato, outro problema enfrentado pelos servidores é a falta de segurança para atender as ocorrências. “O Samu conta com dois guardas municipais para atender as ocorrências em casos de necessidade, o problema é que são apenas dois guardas para todas as equipes. Esses mesmos guardas também realizam a segurança do prédio do Samu, então isso significa que quando eles saem o prédio fica desprotegido”, lamenta Flávia, salientando que enviou oficio a prefeitura relatando os fatos, mas não obteve resposta.
“Enviamos ofício a prefeitura, mas até o momento não fomos chamados para nenhuma reunião para tratar dessa e de questões relacionadas a abertura de negociações com a categoria”, explica Flávia, ressaltando que os enfermeiros têm uma pauta com cerca de 16 itens que precisam ser negociados.O Portal Infonet entrou em contato com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.
Por Kátia Susanna
Flávia Brasileiro conta que além da falta de combustível e de manutenção nas viaturas, os equipamentos usados estão precários. “A situação é bastante preocupante porque equipamentos como desfibrilador e aspirador portátil estão sem bateria, isso significa que só funcionam na tomada e quando a gente atende um paciente na rua tem que remover ele até uma tomada próxima”, conta.
Segundo a presidente do sindicato, outro problema enfrentado pelos servidores é a falta de segurança para atender as ocorrências. “O Samu conta com dois guardas municipais para atender as ocorrências em casos de necessidade, o problema é que são apenas dois guardas para todas as equipes. Esses mesmos guardas também realizam a segurança do prédio do Samu, então isso significa que quando eles saem o prédio fica desprotegido”, lamenta Flávia, salientando que enviou oficio a prefeitura relatando os fatos, mas não obteve resposta.
“Enviamos ofício a prefeitura, mas até o momento não fomos chamados para nenhuma reunião para tratar dessa e de questões relacionadas a abertura de negociações com a categoria”, explica Flávia, ressaltando que os enfermeiros têm uma pauta com cerca de 16 itens que precisam ser negociados.O Portal Infonet entrou em contato com a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.
Por Kátia Susanna
(infonet)
Nenhum comentário:
Postar um comentário